1 - A intervenção
Por ser feita em um local externo da escola, as opções me pareceram lógicas, como mudanças no jardim da escola, na iluminação externa ou através de práticas segurança. Pensando um pouco mais, vi a possibilidade de aliar o conforto externo e interno da escola, através da mudança de vidros, - e criando, também, um prédio que poderia não permanecer sempre igual.2 - O material
Pesquisando sobre vidraças que poderiam mudar de tom de acordo com o clima, deparei-me com os vidros eletrocrômicos. Utilizando um filme onde estão partículas microscópicas e o controle de eletricidade, é possível modificar a entrada de luz e calor no ambiente. Na inexistência de corrente elétrica, as partículas absorvem a luz e bloqueiam a sua passagem pelo vidro, mas na presença de uma, as partículas se alinham de modo que deixam a luz passar. O usuário pode escolher entre uma regulação de voltagem de simples botão (ligar e desligar) ou um controle deslizando, onde este pode controlar exatamente a quantidade de luz a ultrapassar o vidro.
As janelas oferecem 99% de proteção contra raios UV e atingem um nível de bloqueio de luminosidade de praticamente 100%. Possuem durabilidade e baixo consumo de energia (0,65 watts/m²), além de serem resistentes a impactos e propiciarem um isolamento acústico, - bom, também, para o trabalho e estudo das pessoas na Escola de Arquitetura.
Acima, um exemplo do que o vidro é capaz.
3 - Conclusão
Unido a baixo custo de energia, redução da utilização de ar-condicionado (ou seja, menos gastos), menor utilização de lâmpadas e melhor conforto para as pessoas, achei esta uma intervenção interessante para a Escola de Arquitetura, intervenção esta em que eu pude unir o lado externo com o interno, não trabalhando somente com a imagem do croqui, externa, mas pensando, também, como uma mudança nesta poderia afetar o interior da construção.

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